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Waldo Eller | Cloud/DevOps: início
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O que é um PRD?

Descubra a importância do PRD para dar direção ao seu projeto e alinhá-lo desde o primeiro dia, usando um exemplo prático de um app.

Publicado em

16 min de leitura
Capa do artigo O que é um PRD?

Guia prático passo a passo com exemplo real

Se você quer criar um app, site ou SaaS com mais clareza, uma das primeiras coisas que precisa entender é o PRD.

Muita gente começa um projeto direto no design ou no código.
O problema é que, sem uma definição clara, o projeto fica confuso, cresce sem direção e começa a acumular retrabalho.

É aí que entra o PRD.


O que significa PRD?

PRD é a sigla para Product Requirements Document.

Em português, podemos entender como:

Documento de Requisitos do Produto

Ele serve para descrever, de forma organizada, o que o produto é, qual problema ele resolve, para quem ele foi criado, quais funcionalidades precisa ter e como esse produto deve funcionar.

Em resumo:

O PRD é o documento que transforma uma ideia solta em uma estrutura clara de produto.


Para que serve um PRD?

O PRD serve para evitar frases como:

  • “Eu achei que essa tela era diferente”
  • “Eu pensei que essa função era prioridade”
  • “Eu não sabia que precisava dessa regra”
  • “Depois a gente vê isso”

Quando não existe PRD, cada pessoa imagina o produto de um jeito.

Quando existe PRD, todo mundo passa a trabalhar com a mesma visão.

Ele ajuda a:

  • organizar a ideia do produto
  • definir prioridades
  • evitar retrabalho
  • alinhar design, desenvolvimento e negócio
  • facilitar decisões
  • deixar claro o escopo da primeira versão

Em quais casos vale criar um PRD?

Vale criar um PRD quando você vai desenvolver:

  • um SaaS
  • um aplicativo
  • um sistema interno
  • uma landing com lógica de produto
  • um painel administrativo
  • uma nova funcionalidade importante

Mesmo em projetos pequenos, o PRD já ajuda muito.

Você não precisa fazer um documento gigante.
Precisa fazer um documento claro.


Exemplo base: o UP Estudos

Para explicar de forma prática, vamos usar como referência um produto chamado UP Estudos.

O UP Estudos é um app de gestão de estudos pessoais, pensado para ajudar o usuário a:

  • planejar os estudos
  • registrar sessões com timer
  • acompanhar metas
  • revisar conteúdos
  • analisar evolução por dia, semana e mês

Com base nesse exemplo, fica mais fácil entender como um PRD é montado.


Estrutura passo a passo de um PRD

1. Visão do produto

A primeira parte do PRD explica o que é o produto.

Aqui você apresenta de forma simples:

  • nome do produto
  • tipo de produto
  • objetivo principal
  • plataforma

Exemplo do UP Estudos

  • Nome: UP Estudos
  • Tipo: SaaS / app pessoal de produtividade
  • Plataforma: Web + mobile
  • Objetivo: ajudar o usuário a controlar seus estudos com metas, timer, histórico e relatórios

Essa seção funciona como uma visão geral.

Ela responde:

“Afinal, o que estamos construindo?”


2. Problema que o produto resolve

Depois da visão geral, o PRD precisa mostrar qual dor real existe.

Essa parte é muito importante, porque produto bom nasce de problema claro.

Exemplo do UP Estudos

Usuários normalmente:

  • estudam sem controle
  • não sabem quanto tempo estudaram
  • não conseguem manter constância
  • esquecem de revisar conteúdo
  • não têm visão semanal ou mensal da evolução

Isso gera sensação de esforço, mas pouca clareza sobre o progresso.

Perceba uma coisa:

O produto não existe só porque a ideia é “legal”.
Ele existe porque existe um problema real.


3. Objetivo da solução

Depois de mostrar o problema, o PRD precisa mostrar como o produto pretende resolver isso.

No UP Estudos, a solução foi pensada em 4 pilares:

  • planejamento
  • execução
  • medição
  • revisão

Ou seja, o sistema não serviria apenas para anotar tarefas, mas para acompanhar o estudo completo.

Essa parte responde:

“Como esse produto resolve o problema apresentado?”


4. Público-alvo

Agora é preciso deixar claro para quem o produto está sendo criado.

Sem isso, o produto fica genérico.

Exemplo do UP Estudos

O público inicial seria:

  • estudantes
  • concurseiros
  • profissionais em aprendizado contínuo
  • usuários que querem controle pessoal dos estudos

Aqui o foco não era escola, faculdade ou empresa.
Era o usuário individual.

Isso influencia diretamente:

  • linguagem do produto
  • design
  • funcionalidades
  • prioridades

5. Funcionalidades principais

Essa é uma das partes mais importantes do PRD.

Aqui você descreve o que o sistema precisa ter.

O ideal é separar por módulos ou áreas.

Exemplo do UP Estudos

As funcionalidades principais foram:

  • Dashboard
  • Gestão de assuntos
  • Planejamento diário e semanal
  • Sessão de estudo com timer
  • Histórico
  • Metas
  • Revisão programada
  • Relatórios de performance

Perceba que o PRD não diz só “o app terá dashboard”.
Ele também explica o que aparece nesse dashboard.

Exemplo de detalhamento

No dashboard do UP Estudos, deveriam aparecer:

  • horas estudadas hoje
  • meta diária
  • tarefas do dia
  • revisões pendentes
  • sequência de dias estudando
  • resumo semanal

Esse nível de detalhe evita interpretações erradas.


6. Regras de negócio

Aqui entram as regras que definem como o sistema deve se comportar.

Essa parte é muito importante, porque duas pessoas podem concordar sobre uma funcionalidade, mas imaginar regras bem diferentes.

Exemplo do UP Estudos

Algumas regras definidas foram:

  • sessão mínima válida: 5 minutos
  • streak quebra se passar 1 dia sem estudar
  • revisões têm prioridade sobre tarefas
  • metas recalculam automaticamente
  • planejamento não executado vira atraso

Essas regras parecem simples, mas mudam muito o comportamento do sistema.

Essa parte responde:

“Quais condições e lógicas o produto deve respeitar?”


7. Estrutura de dados

Um bom PRD também pode incluir uma visão da estrutura do banco ou das entidades principais.

Isso ajuda muito o time técnico a entender como o sistema será organizado.

Exemplo do UP Estudos

As principais entidades foram:

  • subjects
  • study_sessions
  • plans
  • reviews
  • goals

Cada uma com seus campos.

Exemplo

subjects

  • id
  • name
  • color
  • weekly_goal_hours
  • monthly_goal_hours
  • created_at

study_sessions

  • id
  • subject_id
  • date
  • duration_minutes
  • topic
  • notes
  • difficulty
  • focus
  • session_type
  • created_at

Essa parte não precisa entrar com linguagem difícil.
O objetivo é mostrar quais dados o sistema vai precisar guardar.


8. Estrutura de telas

Outro ponto útil em um PRD é listar as telas principais do produto.

Isso ajuda a enxergar a navegação e o escopo da interface.

Exemplo do UP Estudos

As telas principais foram:

  1. Dashboard
  2. Planejamento
  3. Sessão de estudo
  4. Assuntos
  5. Histórico
  6. Revisões
  7. Relatórios
  8. Metas

Com isso, já dá para imaginar a experiência do usuário.


📱 Tela 1 — Dashboard

🎯 Objetivo

Mostrar uma visão rápida do progresso diário e semanal, ajudando o usuário a decidir o que fazer agora.

🧩 O que aparece na tela

  • horas estudadas hoje
  • meta diária (%)
  • tarefas do dia
  • revisões pendentes
  • streak (dias seguidos)
  • resumo da semana

🧠 Como o usuário usa

  1. Abre o app
  2. Visualiza o progresso do dia
  3. Confere tarefas e revisões
  4. Decide qual atividade iniciar

💡 Por que essa tela é importante

É a principal tela do sistema.
Entrega clareza imediata e direciona a ação.

📱 Tela 2 — Planejamento (Dia/Semana)

🎯 Objetivo

Permitir organizar os estudos com antecedência.

🧩 O que aparece na tela

  • lista de tarefas do dia
  • botão “adicionar tarefa”
  • tempo estimado por tarefa
  • prioridade
  • status (pendente/concluído)
  • visão semanal resumida

🧠 Como o usuário usa

  1. Cria tarefas para o dia
  2. Define tempo e prioridade
  3. Marca como concluído ao finalizar

💡 Por que essa tela é importante

Sem planejamento, o estudo vira improviso.

🧱 Estrutura visual (wireframe simplificado)

[ + Nova tarefa ]


Hoje

  • Inglês | 40 min | Alta
  • Python | 1h | Média

Semana Meta: 12h Feito: 8h


📱 Tela 3 — Sessão de Estudo (Modo Foco)

🎯 Objetivo

Registrar o estudo em tempo real com foco total.

🧩 O que aparece na tela

  • timer (start / pause / stop)
  • seleção de assunto
  • campo de tópico
  • campo de observação
  • seleção de dificuldade
  • nível de foco

🧠 Como o usuário usa

  1. Escolhe o assunto
  2. Inicia o timer
  3. Estuda sem distração
  4. Finaliza e salva sessão

💡 Por que essa tela é importante

É o coração do sistema.
Aqui acontece a execução real.

🧱 Estrutura visual (wireframe simplificado)

[ 25:00 ]

Assunto: Inglês
Tópico: Listening

[ Iniciar ] [ Pausar ] [ Finalizar ]

Observação: “Dificuldade com sotaque”

Dificuldade: ○ ○ ○
Foco: ○ ○ ○


📱 Tela 4 — Assuntos

🎯 Objetivo

Gerenciar matérias e acompanhar progresso por área.

🧩 O que aparece na tela

  • lista de assuntos
  • horas acumuladas
  • meta semanal
  • progresso (%)
  • botão de adicionar assunto

🧠 Como o usuário usa

  1. Cria novos assuntos
  2. Define metas
  3. Acompanha evolução

💡 Por que essa tela é importante

Permite ver claramente onde está investindo tempo.

🧱 Estrutura visual (wireframe simplificado)

Assuntos

  • Inglês
    5h / 10h (50%)

  • Python
    3h / 8h (37%)

[ + Novo assunto ]


📱 Tela 5 — Histórico

🎯 Objetivo

Mostrar tudo que já foi estudado.

🧩 O que aparece na tela

  • lista de sessões
  • filtro por data
  • filtro por assunto
  • total de horas

🧠 Como o usuário usa

  1. Filtra por período
  2. Analisa sessões passadas
  3. Identifica padrões

💡 Por que essa tela é importante

Ajuda a entender consistência e evolução.

🧱 Estrutura visual (wireframe simplificado)

Filtros: [ Semana ] [ Inglês ]


12/04 — Inglês — 40 min
11/04 — Python — 1h
10/04 — Inglês — 30 min

Total: 2h10


📱 Tela 6 — Revisões

🎯 Objetivo

Garantir que o conteúdo estudado seja revisado.

🧩 O que aparece na tela

  • lista de revisões pendentes
  • data da revisão
  • botão concluir
  • botão reagendar

🧠 Como o usuário usa

  1. Acessa lista de revisões
  2. Revisa conteúdo
  3. Marca como concluído

💡 Por que essa tela é importante

Evita esquecimento e melhora retenção.

🧱 Estrutura visual (wireframe simplificado)

Revisões de hoje

  • Present Perfect
    [ Concluir ] [ Reagendar ]

  • Listas em Python
    [ Concluir ] [ Reagendar ]


📱 Tela 7 — Relatórios

🎯 Objetivo

Mostrar análise completa de desempenho.

🧩 O que aparece na tela

  • gráfico de horas por dia
  • gráfico por assunto
  • média diária
  • consistência (%)
  • melhor dia

🧠 Como o usuário usa

  1. Analisa desempenho
  2. Identifica padrões
  3. Ajusta rotina

💡 Por que essa tela é importante

Transforma dados em decisões.

🧱 Estrutura visual (wireframe simplificado)

Horas por dia ▇▇▇▇▇

Assuntos Inglês: 50%
Python: 30%

Média diária: 1h20
Consistência: 70%


📱 Tela 8 — Metas

🎯 Objetivo

Definir e acompanhar objetivos de estudo.

🧩 O que aparece na tela

  • metas por assunto
  • metas gerais
  • progresso (%)
  • status (em andamento/concluído)

🧠 Como o usuário usa

  1. Define metas
  2. Acompanha progresso
  3. Ajusta quando necessário

💡 Por que essa tela é importante

Mantém direção e disciplina.

🧱 Estrutura visual (wireframe simplificado)

Metas

Inglês — 10h semana
Progresso: 50%

Python — 8h semana
Progresso: 37%


📌 Conclusão

Essas telas formam a estrutura completa do UP Estudos.

Cada uma tem um papel específico:

  • Dashboard → visão geral
  • Planejamento → organização
  • Sessão → execução
  • Assuntos → foco
  • Histórico → análise
  • Revisões → retenção
  • Relatórios → estratégia
  • Metas → direção

Juntas, elas criam um sistema completo de gestão de estudos.

9. Definição do MVP

Nem tudo precisa ser construído de uma vez.

Por isso, um bom PRD normalmente separa o que é:

  • essencial para a primeira versão
  • importante para depois
  • opcional no início

Isso é o famoso MVP.

MVP significa a primeira versão funcional do produto.

Exemplo do UP Estudos

O MVP definido foi:

  • criar assuntos
  • iniciar sessão de estudo
  • salvar tempo estudado
  • planejamento diário simples
  • dashboard básico
  • revisão simples

Perceba que o MVP não incluía tudo.

A ideia era lançar primeiro o núcleo que gera valor.

Isso é importante porque muitos projetos travam tentando nascer “completo demais”.


10. Diferenciais do produto

Depois do básico, o PRD também pode destacar o que torna o produto mais forte.

Exemplo do UP Estudos

Os diferenciais eram:

  • foco em tempo real, não só tarefas
  • análise semanal automática
  • revisão integrada ao fluxo
  • visão clara por assunto, semana e mês

Essa parte ajuda a mostrar o posicionamento do produto.


Como montar um PRD na prática?

Agora que você viu a estrutura, aqui está o caminho prático.

Passo 1 — Defina a ideia em uma frase

Antes de tudo, resuma o produto em uma frase simples.

Exemplo

“Um app para controlar estudos por assunto, com timer, metas e relatórios.”

Se você não consegue explicar em uma frase, provavelmente o produto ainda está confuso.


Passo 2 — Identifique o problema real

Pergunte:

  • qual dor esse produto resolve?
  • por que alguém usaria isso?
  • o que está ruim hoje?

Sem problema claro, o produto vira só uma ideia bonita.


Passo 3 — Defina o público

Pergunte:

  • quem vai usar?
  • esse produto é para iniciante ou avançado?
  • é pessoal, profissional ou empresarial?

No caso do UP Estudos, o foco era uso pessoal, porém completo.


Passo 4 — Liste as funcionalidades principais

Comece pelo que é central.

Pergunte:

  • o que o usuário precisa conseguir fazer?
  • quais ações são indispensáveis?
  • quais telas precisam existir?

Aqui vale organizar por módulos.


Passo 5 — Escreva as regras de funcionamento

Agora detalhe a lógica.

Pergunte:

  • quando algo é considerado concluído?
  • o que acontece se o usuário não cumprir a meta?
  • como o sistema calcula progresso?
  • como as revisões são criadas?

Essas regras evitam ambiguidade.


Passo 6 — Organize a estrutura de dados

Mesmo de forma simples, pense:

  • quais informações precisam ser salvas?
  • quais entidades existem?
  • quais relações existem entre elas?

Isso ajuda muito na fase de banco de dados e backend.


Passo 7 — Separe o MVP

Essa etapa é essencial.

Pergunte:

  • o que precisa existir para o produto já ter valor?
  • o que pode ficar para a versão 2?

No UP Estudos, o MVP focou em:

  • assuntos
  • sessões
  • timer
  • dashboard básico

Isso já resolve uma dor real sem complicar demais.


Passo 8 — Revise o documento

Antes de considerar o PRD pronto, revise:

  • está claro?
  • está objetivo?
  • falta alguma regra?
  • existem partes vagas demais?
  • qualquer pessoa entenderia esse produto?

Se o texto estiver abstrato demais, ele ainda não está bom.


O que um PRD não é?

É importante deixar claro isso.

Um PRD não é:

  • só uma ideia jogada
  • só uma lista de telas
  • só um texto comercial
  • só um documento técnico
  • só um briefing visual

Ele fica no meio do caminho entre negócio, produto e execução.

Ou seja:

Ele precisa ser claro o suficiente para orientar o projeto inteiro.


Qual a diferença entre ideia, PRD e desenvolvimento?

Ideia

É o começo.

Exemplo: “Quero fazer um app para estudar melhor.”

PRD

É a estrutura da ideia.

Exemplo: “O app terá timer, assuntos, metas, revisões, dashboard e regras claras.”

Desenvolvimento

É a construção real.

Exemplo: criar banco, interface, lógica, integrações e testes.

Sem PRD, o desenvolvimento começa com base em suposições.

Com PRD, o desenvolvimento começa com direção.


Benefícios reais de criar um PRD antes de desenvolver

Criar um PRD traz vantagens práticas:

1. Mais clareza

Você entende melhor o produto antes de gastar tempo construindo.

2. Menos retrabalho

Evita mudar direção toda hora.

3. Melhor comunicação

Designer, desenvolvedor e dono do projeto passam a falar a mesma língua.

4. Melhor priorização

Fica mais fácil separar o essencial do opcional.

5. Mais velocidade

Paradoxalmente, gastar tempo no PRD acelera a execução.


Modelo simples de PRD

Se você quiser montar um PRD enxuto, pode usar essa estrutura:

1. Nome do produto

2. Objetivo

3. Problema que resolve

4. Público-alvo

5. Funcionalidades principais

6. Regras de negócio

7. Estrutura de dados

8. Telas principais

9. MVP

10. Diferenciais

Esse formato já resolve muito bem a maioria dos projetos.


Conclusão

O PRD é uma das ferramentas mais úteis para transformar uma ideia em produto real.

Ele não serve para “encher documentação”.
Serve para criar clareza.

Usando o exemplo do UP Estudos, ficou mais fácil perceber que um PRD bem feito mostra:

  • o que o produto é
  • para quem ele existe
  • qual problema resolve
  • como funciona
  • o que entra no MVP
  • quais dados e telas fazem parte do projeto

Em outras palavras:

o PRD é o mapa do produto antes da construção.

Se você vai criar um app, SaaS ou sistema, aprender a escrever um PRD vai te ajudar a tomar decisões melhores desde o início.


Resumo rápido

PRD é:

Um documento que define com clareza os requisitos do produto.

Ele serve para:

  • organizar a ideia
  • alinhar o time
  • evitar retrabalho
  • definir prioridades

Um bom PRD inclui:

  • visão do produto
  • problema
  • público
  • funcionalidades
  • regras
  • dados
  • telas
  • MVP

Exemplo usado:

UP Estudos, um app de gestão de estudos pessoais com timer, metas, revisões e relatórios.


📚 Fluxo de Estudo

🔗 Acessos do Projeto


🧩 Visão Geral

O Fluxo de Estudo é um sistema voltado para organização e controle de estudos, permitindo ao usuário estruturar sua rotina por períodos (dia, semana e mês) e por assuntos específicos.


🎯 Objetivo

Centralizar o planejamento e acompanhamento dos estudos em uma única plataforma simples e eficiente, substituindo métodos dispersos como anotações manuais e planilhas.


⚙️ Base de Desenvolvimento

O projeto foi estruturado seguindo o modelo de Spec Driven Development (SDD), garantindo clareza nos requisitos, organização das funcionalidades e escalabilidade da solução.


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